segunda-feira, 31 de maio de 2010


Eu não sou muito do tipo de pessoa que dá conselhos amorosos, longe de mim, e este blog também não é pra isso. Mas devido eu ter presenciado certas cenas que aconteceu com minhas amigas, eu quero dizer o que eu penso, eu já disse pra elas, e agora vou dizer aqui, pode ser que sirva pra mais alguém.

Meninas, se um cara diz que você é mulher demais pra ele, ACREDITE, você é!

Homens com complexo de inferioridade não estão com nada, o cara que tiver do teu lado tem que estar orgulhoso por saber que merece uma mulher linda e inteligente como você, e não agir como um bundão babaca que acha que você está ali como se estivesse fazendo um favor pra ele.
Sabe aquela teoria dos carros, em que o sonho de um homem é ter uma ferrari? Então, tem homens que sonham com uma ferrari, e logo logo conseguem porque é merecedor de uma, e tem outros homens que sonham com um gol. Cada qual com seu igual. Se um cara acha que só merece ter com um gol, deixa ele ir atrás de um. Agora se um cara se acha digno de ter uma linda ferrari, ele vai ter e vai valorizar porque ele SABE que merece ter uma.
De quê adianta você ser uma ferrari vermelha se o sonho do cara é ter um fusca? Ah gata, sai dessa... deixa ele ir atrás de um fusca pra ele.

Por outro lado, como a maioria dos meus amigos são do sexo masculino não posso deixar de falar para os homens também: não fiquem achando que a mulher que está com você é areia demais pro teu caminhão, nada de se humilhar. Acredite, se ela está ali do teu lado é porque ela gosta e aprecia estar com você. Você tem suas qualidades!
Claro que mulheres adoram elogios, e você pode sim dizer que tem sorte por ter uma mulher como ela, mas nada de se sentir inferior, para elogiá-la você não precisa se diminuir.
Tenha confiança em si mesmo, se você conseguiu conquistar uma linda ferrari vermelha, ACREDITE, você é digno de ter uma.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Bom senso mandou lembranças

Tem uma coisinha que eu queria muito entender: o que é que tá acontecendo com as pessoas, que assim do nada decidiram ouvir suas músicas no celular em lugares públicos, obrigando os outros a ouvir também?
Você está ali na fila do banco esperando sua vez, ou então tá no supermercado empurrando seu carrinho, fazendo contas, comparando preços na maior tranquilidade do mundo, daí passa um cara desfilando com o celular na mão ouvindo banda Raveli no último volume, e o pior, se achando o fodão, uma coca-cola no deserto, a última bolacha do pacote.


É como se quisesse mostrar pra todo mundo que tem um celular mp4 última geração, ou mp5... mp6 ou quantos 'emepês' já existirem por aí... sei lá. Deve estar querendo dá uma de atualizado, descontraído, uma de bacana que tá ali alegrando o ambiente. Ou então faz mesmo só pra irritar os outros, embora eu não acredite nisso.
O problema também são as qualidades das músicas. Sempre é um tecnobrega, tecnomelody, tecno isso, tecno aquilo.
De todas as vezes em que fui obrigada a ouvir a 'música' dos outros assim em público, não me lembro de ter ouvido alguma que preste, ou uma assim mais ou menos que seja suportável, 'ouvível', parece piada, mas é sempre algo que vai de encontro com nosso gosto.

Tem coisa mais chata do que você tá na fila do banco e ter uma pessoa na sua frente ouvindo música de banda paraense com aquela cantora da voz fina e irritante em contraste com o silêncio e eco que geralmente tem nos bancos?Você tem o seu compromisso ali então vai ser obrigado a ouvir tudo até o cara ir embora. (Nada contra as bandas paraenses, a questão aqui é outra).


Gente, bom senso manda lembranças... Claro que todos têm o direito de ir e vir, mas nesse percurso tem outras pessoas indo também; e se você amigo que está lendo isso tem esse péssimo hábito, comece a reparar a sua volta quando você tiver com seu amiguinho celular fazendo zuada, olhe para a expressão das pessoas que aí você vai ter uma noção de como elas estão se sentindo e se estão gostando de serem obrigadas a ouvir isso que você chama de música. Na boa, é só prestar atenção, daí na próxima vez que você for sair de casa, procure na gaveta, ou na caixinha que veio o seu celular, eu acho que ali deve ter um fone de ouvido, e adivinhe só... eles foram feitos exatamente pra isso, pra serem colocados no ouvido, é sério. \o/
Bem melhor assim, usando fone de ouvido, além de você dá uma de centrado com bom senso, você não vai pagar mico, e as pessoas ainda podem pensar: "puxa, será qual música bacana ele tá ouvindo?"

Legal né? Ainda corre o risco de dá uma de intelectual ouvinte de boa música, já pensou?

segunda-feira, 24 de maio de 2010




Recebi, e agora estou repassando o convite da pedagoga, educadora e também blogueira Vanusa Babaçu, que estará nessa terça-feira fazendo sua exposição. Com graça e sensibilidade, Babaçu traz para as fotos a beleza encontrada em suas andanças pela nossa terra. Ela registrou os momentos e agora compartilha conosco, vamos apreciá-los.
Eu também vou conferir, bora lá moçada? =D

domingo, 23 de maio de 2010

Flores, porque também sei ser meiga...







♦♦♦♦♦

Um bom domingo pra todos,
que essa seja uma semana produtiva,
e que não percamos a fé nas pessoas,
Amém!

quarta-feira, 19 de maio de 2010




"Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei muito de um menino que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
Era o mesmo que roubar o vento e sair correndo
com ele para mostrar aos irmãos.

...
Com o tempo descobriu que escrever
seria o mesmo que carregar água na peneira.

...
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.

Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro botando
ponto final na frase.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.

O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!"


Manoel de Barros - Exercícios de Ser Criança.
Foto - Vanusa Babaçu

domingo, 16 de maio de 2010

Sinal Fechado


– Olá! Como vai?

– Eu vou indo. E você, tudo bem?
– Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro... E você?
– Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo... quem sabe?
– Quanto tempo!
– Pois é, quanto tempo!

– Me perdoe a pressa, é a alma dos nossos negócios!
– Qual, não tem de quê! Eu também só ando a cem!
– Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí!
– Pra semana, prometo, talvez nos vejamos...Quem sabe?
– Quanto tempo!

– Pois é...quanto tempo!
– Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das ruas...
– Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança!

– Por favor, telefone eu preciso beber alguma coisa rapidamente...
– Pra semana...

– O sinal...

– Eu procuro você...

– Vai abrir, vai abrir...
– Eu prometo, não esqueço não esqueço
– Por favor, não esqueça, não esqueça...
– Adeus!

– Adeus!
– Adeus!

|Paulinho da Viola|

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Do Nelson

"O rico e o pobre são duas pessoas.
O soldado protege os dois.
O operário trabalha pelos três.
O cidadão paga pelos quatro.
O vagabundo come pelos cinco.
O advogado rouba os seis.
O juiz condena os sete.
O médico mata os oito.
O coveiro enterra os nove.
O diabo leva os dez..


E a mulher engana os onze."

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Da série, bobagens da vida real...

[a outra bobagem está aqui]

Eu tava na praça de alimentação com duas amigas, e as duas resolvem juntas ir ao banheiro(mania de mulher), daí que passa um rapaz vendendo flores naturais, ele tava usando uma camisa do Cavalo de Aço, ou seja, ganhou minha simpatia de cara. Pensei em fazer um agradinho e comprar flores pra mim e pra minhas amigas, chamei ele e perguntei:

- Oi moço, ta quanto as flores?
- Dois reais cada...

- Certo. - eu já ia pegando o dinheiro na bolsa quando ele solta com a maior cara de dó:

- Mas pra você que ta aí sozinha eu deixo por um real.

- Ah ta! E a pena que você sentiu de mim é de brinde né?


Puts... cara não comprei não, so não mandei ele tomar naquele lugar porque eu sou moça educada. Não sou muito de frescura, mas isso meio me deixou assim sei lá; como diria um conhecido: me senti no lixo, desmoralizada, arrasada, acabada...
***

Depois quando eu cheguei em casa eu fiquei pensando no que eu poderia ter dito...
"Olha aqui meu filho, para o seu governo eu estou aqui com duas amigas; eu tenho um namorado lindo e inteligente que me pediu em casamento. E mesmo quando eu tava solteira vários rapazes me paqueravam eu escolhia a dedo com quem eu queria sair; tá vendo aquele cara lindo de terno e gravata ali? Não pára de olhar pra mim!Tô aqui sozinha porque eu quero e eu estou esperando minhas amigas voltarem do banheiro. Entendeu meu querido? Somente uma mulher segura de si é capaz de comprar flores pra si mesma e para as amigas, então pode deixar que eu pago os dois reais, tá bom? tem troco pra cinqüenta?"

Droga, devia ter dito.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Manolito




Isso é o que eu chamo de poder de argumentação,
..vai que cola? =D

domingo, 2 de maio de 2010


Minha mãe é dona de um humor íncrivel, daí que dificilmente alguém entende se ela tá usando de humor negro ou se simplesmente fala as coisas sem perceber. Dentre tantas pérolas diárias, selecionei algumas:

Na fila da vacina, alguém comenta:

- Dá maior medo tomar essa injeção ne, tanto de coisa que tão falando, que faz mal, que dá um monte de efeitos colaterais, já ouvi falar de uma pessoa que morreu por causa dessa vacina.
Minha mãe ouvindo aquilo solta:
- Ah mas essas coisas são assim mesmo, se essa pessoa morreu por ter tomado a vacina, sorte dela que pelo menos morreu imune...

Eu coço a cabeça, disfarço, viro pro outro lado, finjo que não conheço.

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Outro dia eu saí e só no meio do caminho me lembrei que o ferro de passar tinha ficado ligado. Liguei pra minha mãe e pedi pra ela desligar.

Hoje ela diz:
- Filha, ainda bem que aquele dia você ligou. Eu nunca teria visto o ferro ligado.
- Ai mãe, ainda bem, já pensou se a casa pegasse fogo e a gente perdesse tudo o que a gente tem?...
E ela completa:
- E já pensou se o ferro não prestasse mais?

É, com certeza seria um desastre se o ferro estragasse.

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Outro dia foi com o eletricista:

- Cuidado pra não cair moço, se cair daí além de morrer você ainda pode quebrar o pescoço.

- (?)

Hehe, nada como o humor negro de minha mãe. É, porque tudo bem que morra, desde que não quebre o pescoço... né mãe?